domingo, 30 de março de 2008

ROCK SE7E FESTIVAL no Diário da Manhã e O Popular


Atenção galera!

Saíram matérias sobre o festival nos dois maiores jornais do estado, Diário da Manhã e O Popular. No Diário da Manhã saiu uma matéria maior, bem massa, e no Popular saiu como destaque dentre os eventos do dia.Em O Popular só tem acesso quem comprar ou tiver senha de assinante. Está na página 4 do caderno Magazine.O Diário pode ser visto gratuitamente em www.dm.com.br. Clique na foto da capa do jornal, espere carregar e clique em DM Revista. A matéria está na página 4.

terça-feira, 25 de março de 2008

Entrevista: Jhonny Kapenga


Com irreverência e sem tentar se prender a nenhum segmento, seja underground ou pop, a Jhonny Kapenga diz querer fazer o melhor show de sua trajetória no ROCK SE7E FESTIVAL.


A Jhonny Kapenga diz ter letras “cientificamente irreverentes” de “romantismo azedo”. Explique melhor sobre isso.


Buscamos nos inspirar no que acontece no cotidiano, nas notícias do dia a dia, enfim na mídia em geral. Sobre a abordagem das letras em temas cientificamente irreverentes, podemos ilustrar com duas músicas nossas, como a do Carro e o Poste, que diz que quem estaria em movimento em relação ao motorista seria o poste e não o carro. Em Ovelha Dolly, a gente brinca sobre o fato da clonagem com uma história de uma mulher que o namorado a trocou por outro homem e ela então vai chorar as mágoas para o amigo. O amigo cumpre tão bem o papel que ela faz propaganda para as amigas que vão procurá-lo em peso. Como a procura é muita ele tem uma idéia de se clonar.
Sobre o aspecto do tema romantismo azedo, podemos dizer que não contamos romances idealizados, de amor puro e sublime, com final feliz e etc. Tentamos retratar o que realmente acontece na vida real e de maneira bem humorada


Vocês ficaram uns tempos desativados musicalmente, por não encontrarem guitarrista fixo. Qual foi a pior e a melhor parte desse desativamento?


Pois é, estamos na luta desde 1999! Somos brasileiros e não desistimos nunca! Rsrs! Mas a melhor parte dessa empacação toda foi tomar consciência de ter de prosseguir com ou sem guitarrista, de ter determinação e atitude em prosseguir e acreditar no que estamos fazendo é sincero e especial (pelo menos pra nós...rsrs!). E, por livre e espontânea pressão, o Rogério assumiu temporariamente as guitarras resmungando tudo que tinha direito e aos poucos foi se acostumando em ficar mais parado, quietinho, sem ser a formiga atômica que é, inclusive nos ensaios. A pior parte foi querer manter a banda e ficar frustrado em não conseguir prosseguir...Ficar sem tocar, sem ensaiar.



Muitas bandas que tentam convencer pelo humor acabam caindo na armadilha da piada sem graça. O que vocês tentam fazer pra que isso não aconteça?


O que agente tenta fazer para não cair na pieguice ou tentar fazer algo forçado e sem graça é justamente em diversificar sobre os assuntos que abordamos nas músicas. Não somos totalmente uma banda irreverente e “engraçadinha” apesar desta parte ser muito forte na banda. Acho que a chave de tudo isso é a diversidade. A música é tão ampla e te dá tantas possibilidades, abordar infinitos assuntos e tocar diferentes estilos. Mas tentamos sempre ser coerentes e ter uma identidade musical é primordial para nós. Ficar segmentado num estilo musical ou ideologia pode ser perigoso e pode estagnar completamente uma banda. Não podemos ter restrições em falar o que quisermos. A única preocupação nossa é sobre a coerência na parte musical/instrumental.



Talvez a banda não seja tão firme ao underground. Existe um público determinado ao qual buscam atingir?


Estamos aí batalhando por nosso espaço desde sempre. Muitas portas já foram fechadas, o que é absolutamente normal, mas outras foram abertas como a oportunidade de tocar neste festival que está dando o que falar! Não somos uma banda totalmente underground e também não nos consideramos uma banda totalmente pop, estamos aí no “limbo” sem turminhas ou panelinhas. Nunca pensamos em exatamente num público especifico ou faixa etária para atingir, a questão principal foi sempre nos divertirmos tocando, estar numa banda alto astral onde todo mundo curte tocar essas tranqueiras que tocamos, de rir de nós mesmos.



Até onde a Jhonny Kapenga pretende chegar?


Pretendemos chegar até os confins do universooooo! “A nossa próxima missão é conquistar o mundo” Pegamos alguma aulinhas com o Pink e o Cérebro! Nós já nos sentimos realizados por termos conseguido algum reconhecimento com o nosso primeiro cd-demo. O ano de 2007 foi muito legal pra nós enquanto banda, foram várias conquistas que não esperávamos conseguir dentro de tão pouco espaço de tempo. Mas seria hipocrisia da nossa parte não sonhar alcançar o que toda banda espera que é o reconhecimento do público e poder viver de algo tão especial que amamos muito: FAZER MÚSICA!



Qual foi o show mais marcante que já fizeram até hoje?

Não vou Citar apenas um, mas quatro. O primeiro show como um trio num show do multirão dos bairros saída pra Inhumas. O primeiro show que fizemos no Colégio Eficaz, em Aparecida de Goiânia, a gente foi tratado como se fosse banda famosa. A galera conhecia as nossas músicas foi demais! Fizemos um show numa chácara em 2007 numa festa chamada Quebrando a Quaresma. Essa marcou em especial porque o Rogério pregou uma surpresa na banda, sem avisar ninguém ele entrou com um carro no meio da multidão quando começamos o show tocando a música do Carro e o Poste. Aí o Rogério sai do porta-malas do carro todo amarrado! E em termos de performance como banda e no geral, o nosso ultimo show no Omelete Club foi muito legal! Nós consideramos o nosso melhor show onde tudo correu conforme o planejado.



A banda já conseguiu ser assunto com o lançamento de um CD demo. E agora, pretendem lançar um disco produzido?


Sim, inclusive estamos gravando 13 músicas, todas autorais. Estamos gravando no Fantom Estúdio com o Giovanni, guitarrista do Symphonic Tragedy. Não temos previsão de lançamento, mas esperamos que já tenhamos o CD em mãos até no máximo em junho, talvez um pouco antes. Até agora a expectativa do que já foi feito estão sendo bastante animadoras.


O que o pessoal pode esperar para o show de domingo?


Estamos nos preparando para fazer o melhor show da nossa vida e com certeza, vocês vão ter um show fora dos padrões tradicionais, bem animado, com as loucuras do Rogério que sempre é imprevisível, sempre interagindo com o público porque o Jhonny Kapenga não combina com o óbvio!
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Jhonny Kapenga é:
Rogério Icassati – voz
Breno Pessoa – baixo
Luciano Brito – guitarra
Silvio Magri – bateria


>> Vote na Jhonny Kapenga na comunidade ROCK SE7E FESTIVAL: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=44316076>> Jhonny Kapenga no Orkut: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=5392066>> Ouça Jhonny Kapenga em: www.myspace.com/jhonnykapenga http://www.tramavirtual.com.br/artista.jsp?id=14647

segunda-feira, 24 de março de 2008

Entrevista: Satelitte




Com apenas seis meses de formação e experiência quase zero, a Satelitte se deu bem nas seletivas do ROCK SE7E FESTIVAL e se mostra ansiosa e com muita vontade de mandar bem com seu pop/rock no palco do Martim Cererê no próximo domingo.


A Satelitte se formou no colégio. Como rolou esse início de banda?


Nos conhecemos no colégio mesmo e rolou afinidade musical, daí resolvemos formar a banda. No começo foi difícil, pois faltava um baixista e um baterista fixo. A primeira formação da Satelitte foi meio estranha, pois nossa relação com um ex-integrante não era muito boa então eu (Victor) e o Renato resolvemos tirá-lo. Daí conhecemos três caras da escola que não sacavam porra nenhuma de instrumento mais tinham muito conteúdo musical e os chamamos pra banda. Foi até engraçado mas os moleques desenvolveram uma capacidade instrumental fantástica com esforço e dedicação, e hoje rola uma harmonia muito boa entre todos.


Vocês costumam tocar para estudantes. Essta turma de colégio está com os ouvidos voltados ao rock ou o público ainda não é grande nas escolas?


Tem uma galera do colégio que curte o rock mesmo. E o público no colégio geralmente é bom, por que das vezes que a gente tocou foram em ocasiões especiais e tiinha um bom público reunido.



Vocês acham que o rock, sobretudo o que tem certo apelo pop, voltou a ser a bola da vez entre a galera mais nova?

Sim, o rock consegue atingir a galera mais nova sim, principalmente quando se torna pop, porque consegue atingir um público maior, e a galera mais nova tem aquela adrenalina na veia quando escuta um bom som.



A maioria dos integrantes da banda toca há pouco tempo. Isso faz com que haja mais demora pra que o som que fazem se defina melhor?


Não,apesar de alguns de nós termos pouca experiência com os instrumentos, já possuímos uma certa habilidade. a galera também é muito esforçada, a gente encara com muita seriedade a banda, e o resultado disso a gente tá vendo agora com o festival.



E em relação à formação de uma identidade musical?

As mais variadas influências acabam que resultam num estilo próprio. É claro que o fato de a maioria ter um tempo menor de instrumento, possa dificultar um pouco mais, mas a banda atingiu um certo ritmo, até mesmo com composições.



Com que banda vocês sonham tocar ou fazer uma parceria?

Com o P.O.D., uma banda massa que influencia muito na nossa banda e não é à toa q o nome da banda surgiu a partir do melhor disco deles, que se chama Satellite. Tem também o Charlie Brown Jr., que achamos muito massa.



O que a Satélitte anda planejando para o futuro?

Almejamos muito a gravação de um CD, e a oportunidade de fazer mais shows.



A inexperiência chegou a assustar para que a banda encarasse a seletiva do festival? Ou se inscreveram só pra arriscar mesmo e acabou dando certo?


Apesar te termos pouco tempo de banda, sentimos que nosso som já estava legal. Fomos confiantes, nos inscrevemos para ganhar. A gente confia muito na forças das nossas músicas. não é que a gente é fera demais, a qualidade das composições é boa, e isso incentiva a gente.



Como anda, a poucos dias para o ROCK SE7E, a ansiedade para tocar no palco mais importante do rock goiano?

A ansiedade tomou conta já, muita vontade de tocar lá. A gente acredita que vai rolar uma vibe muito boa lá. A ansiedade é muita. É o primeiro show pra uma galera diferente, estamos acostumados com escola e amigos. Vai ser um marco pra nós.


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Satélite é:
Víctor Oliveira - guitarra e voz

Renato Ferreira - guitarra e backing vocal

Jonathan LeBlanc - violão

Gabriel Almeida - baixo

Zenha – bateria

>> Vote na Satelitte na comunidade ROCK SE7E FESTIVAL: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=44316076


>> Satelitte no Orkut: http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=9885794721098578661

>> Ouça Satelitte em: www.palcomp3.com.br/satelitterock

domingo, 23 de março de 2008

Entrevista: Boca de Sino


Quando o ROCK SE7E já não era mais uma realidade para a Boca de Sino, que ficou em 11º lugar na classificação geral da fase eliminatória, eis que ressurge a chance de tocar, devido á desistência de outra banda. Agora eles prometem dirigir todas as forças para o show do dia 30, com seu rock clássico e enérgico.



Os integrantes da Boca de Sino começaram cedo a se aventurar cedo na música. Desde sempre tocaram rock? Ou já transitaram por outros estilos?

A principal influencia sempre foi o rock. Desde cedo, a gente ouvia Creedence, Dire Straits e coisas do tipo, mas na hora de aprender a tocar o caminho foi diferente. Eu (Rodrigo) estudei música erudita muitos anos, me dedicando ao violão e toda a parte teórica. Nesse período além da música clássica, estudei choro e musica brasileira. Mesmo com o estudo da musica de conservatório, a guitarra estava sempre presente junto com a paixão pelo blues, que foi a minha porta de entrada para o rock pra valer.
O Rogério é legítimo roqueiro, aprendeu sozinho a tocar baixo e teclado. A veia roqueira é de família. Apesar de apreciar outros estilos, ele tem os dois pés e a cabeça no rock.
Quanto ao Rafael a influência principal dele sempre foi rock pesado. Foi uma boa surpresa encontrá-lo para completar o time


Ter dois irmãos na mesma banda faz com que rolem briguinhas de vez em quando?


Isso depende de como é a relação entre os irmãos. A gente cresceu tocando junto, escutando as mesmas coisas, então a nossa cabeça é bem parecida. Temos uma relação bem legal. As poucas divergências musicais que surgem servem só para contribuir no desenvolvimento da banda. Nunca houve briga entre a gente, qualquer diferença acaba em rock.



A banda já passou por mudanças. A formação atual é definitiva?


A banda está no caminho que leva ao ideal que imaginamos. O Rafael se encaixou perfeitamente no nosso projeto, no nosso tipo de som. Estamos cada dia mais unidos, mais entrosados, criando o que pode ser chamado de "telepatia musical". A idéia de Power Trio nos agrada , e estamos mais "power' que antes. Ter um baterista como o Rafael na banda é um privilegio.Ele trouxe novos ares e idéias.Acreditamos sim que essa possa ser a formação definitiva.


O clima retrô no som da banda é marcante. Vocês já foram tachados de conservadores ou saudosistas?


De forma alguma, os anos 60 foram 70 a última grande loucura coletiva da humanidade, muita coisa que foi feita nessa época é a base de toda o rock que existe hoje. Existem muitas coisas antigas que não perderam a atualidade. Tudo se renova, o que é velho se torna novo, Bebemos nessas fontes, mas olhamos para o futuro. A gente já dividiu o palco com bandas de metal, fazendo um som bem moderno, mas quando elas sentiram a vibração do Black Sabbath na nossa banda, todas gostaram, pois essa é a raiz de tudo. A internet deu acesso a todos à musica de qualquer época, hoje você escolhe o ano em que quer viver. Conheço gente que está em 1982, assim como gente que está, musicalmente falando, em 1955. Todos convivem bem, essas são as vantagens do mundo moderno.


Durante a trajetória da Boca de sino, qual foi o show mais memorável que já fizeram?


Tocar no Encontro Nacional de Morrinhos, no dia da Independência foi uma experiência incrível. Um palco enorme montado na praça principal, todas aquelas motos e tribos motoqueiras, um público enorme (o maior que já tivemos) e muito caloroso. Quando a gente chegou à praça, a tarde antes do show, o som anunciou: "Gostariamos da agradecer a presença da banda Boca de Sino". Pra gente foi um momento de glória, nos sentimos os Beatles . Foi realmente fantástico tocar lá.


Vocês acreditam que o cenário está favorável para a banda?


Há espaço para todo mundo. O que não pode haver é preconceito e segregação, isso é inadmissível. O dia que todos entenderem que esse negócio de tribos (tribo do metal, tribo do hardcore) foi inventado pra facilitar o comércio de produtos relativos a elas, as coisas ficarão mais fáceis. Nosso negócio é música, e música não é um produto que precisa de rótulos. Com um cenário cada vez mais eclético e plural, com as diferenças musicais se unindo para criar uma identidade própria, a situação melhora para todos.



Quais serão os próximos passos da Boca de Sino?


A nossa prioridade agora é o ROCK SE7E. Acho que os ventos do destino sopraram a nosso favor e o festival caiu muito bem nos nossos planos. Por isso, concentração total para o dia 30. O festival servirá para divulgar nosso som, objetivo de toda banda. Ganhando ou não o festival, esse trabalho continua. Pretendemos tocar o máximo possível, em qualquer lugar que nos deixarem tocar. Paralelo a isso continuaremos a compor bastante, buscando uma identidade no som. Gravar uma demo e, posteriormente, um álbum completo. Cair na estrada, fazer sucesso com as meninas... essas coisas de banda de rock.



Vocês entraram de última hora para o ROCK SE7E. Isso gera mais apreensão?

A apreensão sempre existe em todo show. Nesse caso é um pouco diferente, somos os azarões,

estamos correndo por fora. Nós já tínhamos desistido do festival, de repente ele ressurge como uma grande oportunidade. Estamos enxergando isso como uma espécie de "missão", por isso o nervosismo ocorre. Mas ao mesmo tempo, pra quem já estava fora, tocar no palco com as outras nove bandas é uma honra e já vale todo o esforço.


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Boca de sino é:


Rogério - vocal e baixo
Rafael - bateria
Rodrigo - guitarra e backing vocal



>> Vote na Boca de Sino na comunidade ROCK SE7E FESTIVAL: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=44316076


>> Boca de Sino no Orkut: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=9254435

segunda-feira, 17 de março de 2008

Entrevista: Deadly Curse


A Deadly Curse, que traz seu death/thrash metal, passou por reformulação há pouco e está com novo baterista. O quinteto se mostra confiante para fazer um grande show e acredita que a amizade entre os integrantes é um dos elementos principais para que a banda dê certo.



A Deadly Curse já passou por algumas reformulações dentro de três anos. Vocês esperam que a atual formação seja definitiva?

Nós estamos muito otimistas com essa nova formação. O Victor, que entrou por último, já pegou o ritmo da banda e já estamos trabalhando algumas músicas novas, além disso, a amizade dentro da banda facilita muito as coisas. Acho que essa é a melhor formação em termos de entrosamento e técnica e estamos muito satisfeitos com o resultado



Vocês disseram que a amizade facilita as coisas para as bandas. Acreditam que esse seja um fator fundamental para que uma banda dê certo?

Com certeza, é fundamental que os músicos sejam amigos, por que sempre há problemas e se as pessoas não se entendem na mesa do boteco, como vão se entender em cima do palco? Das duas uma: ou os músicos são amigos e superam as dificuldades, ou são contratados e são demitidos.



O som que a banda faz hoje mudou em relação ao que era feito no início?


Mudou um pouco. Cada membro que entra na banda tem suas influências e isso reflete no resultado final. O som que a gente faz hoje é mais trabalhado e melódico do que era no início, mas não abandonamos nossas raízes e procuramos manter sempre a veia thrash/death que nos levou a tocar.



Várias bandas de metal chegaram à fase final do ROCK SE7E, o que atesta a elas certa qualidade musical. O pessoal do metal é mais dedicado do que as outras vertentes?


Falando sobre as bandas, o metal é um estilo que exige mais técnica no instrumento do que a maioria dos outros, então os músicos de metal geralmente se destacam tecnicamente em relação aos outros estilos de rock. Isso não é uma regra, mas geralmente é o que acontece e essa dedicação vai além do instrumento, mesmo quem não tem banda e só ouve metal costuma se dedicar muito, ir nos shows, comprar os CDs, conhecer as bandas. Prova disso foram os shows recentes do Iron Maiden no Brasil, todos lotados de pessoas do país inteiro. É difícil ver isso em outros tipos de rock.



A banda está com um CD Demo gravado. O que falta para lançá-lo?


Terminamos de gravar essa demo em 2007 e já temos quase tudo pronto. Tá faltando é dinheiro mesmo. Estamos buscando apoio de selos locais e vamos lançar essa demo ainda no primeiro semestre. Aguardem!



Já existe negociação adiantada com algum selo?


Estamos conversando com a Two Beers Or NOt Two Beers e ainda falta acertar algumas coisas, mas acredito que vai dar tudo certo.



Falta união e iniciativa das bandas para que rolem mais shows?


No ano passado houveram poucos shows para as bandas pequenas aqui em Goiânia. Isso é um mau sinal, parece que nesse ano a coisa vai ser um pouco melhor, mas as bandas têm um papel fundamental para que os shows aumentem. Não adianta ficar reclamando da panelinha que existe em Goiânia e ficar parado esperando os shows caírem do céu. Se ainda acontecem shows para as bandas locais tocarem, isso é graças a algumas pessoas que metem a cara e organizam. Organizar shows é canseira, mas também não é um bicho de sete cabeças. Se você acha que acontecem poucos shows, mete a cara e organiza um. Se todo mundo cruzar os braços, aí é que não tem show mesmo.



Quais covers vocês costumam tocar e quais serão os escolhidos para
o ROCK SE7E?


Nós costumamos tirar covers de bandas de trash/death. Já tocamos algumas bandas como Kreator, Sodom, Carcass, e por aí vai. pro festival estamos tirando covers novos pra começar com o pé direito.Vamos tocar um cover do Arch Enemy e um do Death.


Que rumos pretendem dar à Deadly Curse?


Por enquanto estamos querendo lançar a demo e mostrar o nosso trabalho para o maior número de pessoas possível. Estamos com planos também começar as gravações do nosso primeiro álbum no fim do ano. Tem muita coisa pra rolar ainda.



Como está a confiança e a expectativa para o show do dia 30?


Estamos muito confiantes para esse festival, apesar do Victor (baterista) ter menos de três meses de banda, acho q estamos preparados pra fazer um grande show. Acho que o Murillo (organizador do ROCK SE7E) está fazendo um bom trabalho de divulgação e esperamos mostrar algumas das nossas novas composições tanto pra quem já quem acompanha o nosso trabalho quanto pra quem está conhecendo nosso som agora.


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Deadly Curse é:

Thiago - vocal

Artur - baixo

Victor - bateria

Kellerman e Maciel - guitarras


>>Ouça Deadly Curse em: http://www.myspace.com/deadlycurse

>> Deadly Curse! no Orkut: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=9254435

>> Vote na Deadly Curse na comunidade ROCK SE7E FESTIVAL: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=44316076

quinta-feira, 13 de março de 2008

Entrevista: Grato!



A Grato! é a única banda cristã a tocar no ROCK SE7E FESTIVAL, mas eles não querem levantar bandeira de dogma algum. Em sua formação há ex-integrantes da The Ugly e uma aposta forte no britpop. Para eles o show do dia 30 representa um marco na carreira da banda, acostumada a tocar em um circuito diferente.


Não é comum ver bandas de temática cristã se disporem a tocar em eventos de rock não ligados a igrejas. Qual é o objetivo da banda ao encarar o ROCK SE7E ?


Infelizmente existe uma divisão de cenário musical do Brasil que não existe em países ditos de "primeiro mundo", onde temos bandas de vertentes cristãs no mesmo ciclo de mídia com bandas de óticas diferentes. O propósito da Grato! é romper essas barreiras e não panfletar igrejas ou dogmas, mas mostrar um som diferenciado com letras reflexivas embasadas no cristianismo, porém sem fundamentalismo religioso ou mesmo preconceitos. Com o ROCK SE7E vemos o inicio desse projeto se tornar real.




A Grato! conta com ex-integrantes da The Ugly. Há semelhanças entre as duas bandas?


Existem as mesmas influências com uma expansão pro lado do MPB e indie rock. Assim as melodias acabam tendo certa proximidade, mas em geral cremos que o som agora esteja mais maduro seguindo o ciclo natural da evolução musical de cada membro.




A banda tem os pés fincados no britpop que, quase sempre, cai na melancolia. Há algum receio de, com o tempo, caírem demais na melancolia?

De maneira alguma. Nosso intuito é ter um som cada vez mais melancólico e reflexivo que consiga penetrar nas almas e abrir possibilidades de mudanças de situações sentimentais.




Então quer dizer que pretendem apostar em composições mais profundas?


Com certeza. Inclusive já temos canções que estarão saindo no CD, que possuem temáticas e cargas emocionais mais amplas e profundas. Duas delas serão apresentadas no dia 30.




Houve alguma mudança no som da Grato! nesse um ano de existência?


Houve uma evolução significativa devido as várias apresentações e novas idéias que vem surgindo ao longo desse período. Como nosso som é basicamente voltado ao experimentalismo, a cada apresentação o público confere novidades que não estão registradas na demo. Exemplo disso foi a entrada do tecladista em outubro e agora temos participações do guitarrista Alexandre Maciel, de Cuiabá. Fora novas timbragens tanto de guitarra e de baixo, além das novas canções que surgiram ao longo desse período.



A banda está em processo de gravação de um disco. Como está o andamento?


Ainda estamos escolhendo o selo em que lançaremos o disco. Existem três propostas e esperamos mais algumas para definirmos com mais segurança, pois como nosso som é praticamente novo e a proposta mais diferenciada ainda. Devemos ter a escolha bem direcionada para que as coisas sigam bem. As músicas estão sendo arranjadas e trabalhadas a cada ensaio e apresentação para assim definirmos as que mais combinam com a proposta do disco. A previsão é de que o lançamento será no final desse ano ou talvez no início de 2009. O que podemos antecipar é que o público em geral se surpreenderá com o trabalho, não por "achismos" próprios, mas pelo que temos recebido do próprio publico quando apresentamos novas canções.



Há alguma banda com quem esperam tocar um dia?


Entre milhares poderíamos citar as principais e que mais nos identificamos não só pelo som que fazem mas pelas propostas que em muitos pontos se assemelham. Seriam
Radiohead, U2, Switchfoot, Travis, Delirious, Coldplay, Lifehouse e Keane.




O festival marca a estréia da banda em um circuito diferente que vocês estão acostumados. Isso gera mais ansiedade e apreensão do que nos outros shows?


Demais. Até por que é o marco do que pretendemos como banda, que é quebrar paradigmas e preconceitos de todos âmbitos. Pretendemos mostrar que o fato de termos posturas e estilos de vida diferenciados, não nos tornam ridículos ou superiores a ninguém. Somos todos iguais e parte de uma sociedade que a cada dia se afunda mais em seu próprio umbigo. Apostamos todas nossas fichas no ROCK SE7E FESTIVAL.



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Grato! é:

Rodolpho Neves - vocal e guitarra
Deivid Bass - baixo e vocais
Greg Faleiro - bateria
Wanderson Oliveira - guitarra e vocais
David Campbell - teclados


>>Ouça Grato! em: www.palcomp3.com.br/grato


>> Grato! no Orkut: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=32903788

Assista Grato! em: http://www.youtube.com/watch?v=l2jVsZg2k0E



>> Vote na Grato! na comunidade ROCK SE7E FESTIVAL: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=44316076

terça-feira, 11 de março de 2008

Mudança: Sai Perfect Violence, entra Boca de Sino

A Perfect Violence havia comunicado, no último domingo, o fim da banda e, por isso, não poderia tocar no ROCK SE7E FESTIVAL. Para ocupar o lugar foi convocada a Boca de Sino, que ficou em 11º lugar na fase classificatória. Mesmo com o pronunciamento feito hoje na comunidade Goiânia Rock City, no Orkut, de que os integrantes se acertaram e resolveram não mais acabar com a banda, a posição do festival de colocar em seu lugar a Boca de sino continua valendo, já que nenhum dos integrantes da Perfect Violence se comunicou oficialmente com a organização do festival.

sábado, 8 de março de 2008

Entrevista: Ravenna


Com boa classificação na fase seletiva do ROCK SE7E, o Ravenna é a única banda de fora de Goiás. Os brasilienses, influenciados por bandas de new metal, hardcore e screamo, se dizem ansiosos para tocar no palco do Martim Cererê. Eles acreditam que as bandas devem correr mais atrás e organizar shows para tocarem, ao invés de se sujeitarem às panelinhas de alguns produtores de shows


O Ravenna tem pouco menos de quatro meses de existência e já contabiliza muitos shows para uma banda iniciante. A que se deve isso?

Isso se deve ao fato de todos os integrantes já serem de outras bandas meio conhecidas na cena underground de Brasília, como Dona Rubina, Mullets, Pazmmo e Head Shot. Na realidade, o Ravenna já era uma banda formada mas que não teve continuidade, contou com vários integrantes, mas não se fixou. Grande parte dessas oportunidades de shows se deve à correria de todos os integrantes em divulgação, contatos e buscas por shows.


Vocês já abriram shows para bandas de destaque, como o Glória. Essas bandas são influências para o som que fazem?

Com certeza. A intenção da banda é de unir vários gostos e estilos e que represente a característica de cada um. E, com certeza, essas bandas fazem parte de nossas influências.



Como vocês vêem o movimento de rock em Goiânia?

Nossa visão da cena de Goiânia é percebida com grandeza. Na época em que eu (Ricardo) tocava em minha antiga banda, tivemos a oportunidade por duas vezes de tocar em Goiânia, uma delas no Martim Cererê. Posso dizer que senti o público muito receptivo às bandas de fora. Vejo muita gente reclamar do lance da “panela”, mas eu dou um toque: “faça você mesmo os seus shows, corra atrás com suas bandas mais amigas que a oportunidade surge e vão começar a pedir pra tocar nos seus shows ao invés de te excluírem. Crie você mesmo a sua própria panela e vai dar certo”.


Em termos de espaço para bandas, como avaliam Brasília?

Lá tem muitas bandas boas, mas o que falta realmente é espaço para elas. O que tenho percebido de uns dois anos pra cá é que a cena underground estava meio parada, mas está retornando fortemente. O pessoal pegou o espírito do “faça você mesmo” e estão fervendo a cena novamente. Novas produtoras como o Ziperona, Stifler, Independente Social Clube e Musimix estão dando vida à cena underground brasiliense e dando espaço, cada vez mais, para as bandas.


A banda pretende lançar disco, em formato CD, ou não vêem mais sentido para o formato?

Assim que pudermos e tivermos condições, com certeza sim. Nós lançamos um EP virtual em janeiro que está disponibilizado no MySpace, mas com certeza um dia gostaríamos de poder lançar no formato CD.


Qual banda daqui vocês conhecem e gostam?

Eu (Ricardo) tive a oportunidade de tocar com os caras do Antropo e do Jonnhy Rotten. Tocamos com o pessoal do Gloom também, no começo do mês, foi bem interessante.


Essa é a primeira vez que o Ravenna toca em Goiânia. Já rolava a vontade de pisar em palco daqui desde antes do ROCK SE7E?

Vai ser a segunda vez. Tocamos num evento no CarnaCore, mas nossa vontade era de tocar num local como o Martim Cererê. Com certeza esse show vai ser grandioso.


Como não poderia deixar de ser, lá vai a perguntinha manjada. Como está a expectativa da banda para o ROCK SE7E?

Estamos realmente focados em divulgar o som e tentar conquistar o maior número possível de admiradores. Sejamos sinceros: uma banda de fora que não possui um público na cidade e passa por desconhecida por muita gente, não espera muito de um evento em que a avaliação é o voto popular. Mas estamos otimistas que possamos conseguir alguns votos.



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Ravenna é:
Flávio Negão - vocal
Ricardo e Leandro - guitarras
Hugo - baixo
Marcelo - bateria




>>Ouça Ravenna em: http://www.myspace.com/ravennadf
http://www.rollapedra.com/ravennadf/

>> Ravenna no Orkut: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=41816025

>> Vote no Ravenna na comunidade ROCK SE7E FESTIVAL: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=44316076



quarta-feira, 5 de março de 2008

Entrevista: Destrook


O trio Destrook, que faz um trash metal bem elaborado mudou de baterista há pouco tempo, mas garante já estar bem integrado novamente. O integrantes estão confiantes para a fase final do ROCK SE7E FESTIVAL e estão encarando a participação como uma boa chance para divulgar a banda



A Deestrook já teve uma baterista, o que é meio raro, ainda mais em bandas de som mais pesado. Como o público via isso?


Era legal a recepção do público, principalmente dos homens, que gostam de ver este tipo de interação das mulheres no meio musical. Foi um grande diferencial pra banda, de fato.



Após a reformulação, com a entrada de um novo baterista, já houve tempo pra que o trio ficasse bem integrado?

Sim, o entrosamento da banda está satisfatório, estamos melhorando. Houve um problema para voltarmos ao ritmo de composição, apenas.



Os três participam das composições e das decisões da banda ou há um líder?


De fato há um líder. Eu (Cinésio), como guitarrista, sou o principal compositor, até pelo fato de eu ter sido o idealizador da banda, porém sempre nos ensaios e reuniões da banda procuro as opiniões dos integrantes em relação às composições até chegarmos a uma conclusão definitiva do que irá soar melhor. Por sermos um trio é mais fácil para nos relacionarmos nesse aspecto.



Qual costuma ser a temática das letras de vocês?

Críticas e abordagens sobre o que vemos em nossa sociedade, cultura, religião e preconceitos.



Há uma postura anti-religião?


Não, há somente uma critica as características de alguns sistemas religiosos. Nada ateu (risos).



É difícil para bandas de thrash metal encontrar eventos para tocar?


Mediano, depende até um pouco da cena do local, mas quando estão havendo shows com freqüência, basta ter contatos e isso fica viável, mas há muita desorganização nos shows undergrounds, o que causa certa descredibilidade pelo público e bandas.



O que chamou a atenção de vocês para se inscreverem para o ROCK SE7E ?

Além da premiação, a chance de uma ampla divulgação do nome da banda através do evento.



A banda estava esperançosa durante a fase seletiva do festival?
Sim, bastante, afinal se não estivéssemos quem estaria por nós?!



Há o costume de tocar covers das bandas que os influenciam? Qual pretendem fazer no ROCK SE7E?


Sim, costumamos tocar covers e no evento iremos tocar três músicas covers de bandas que estão ligadas as nossas influências são: Motorhead, Kreator e Pantera.



Momento clichê: como está a expectativa para o show do festival?

Muito boa. Estamos nos preparando há um bom tempo e pretendemos fazer um dos melhores shows da banda até então!


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Destroock é:

Cinésio de Oliveira - Guitarras e vocal
Diego M.Rodrigues - Baixo
Rafael Pereira - bateria


http://www.youtube.com/watch?v=qYqKGGIdDRI&feature=related


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>> Vote na Destrook na comunidade ROCK SE7E FESTIVAL: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=44316076

sábado, 1 de março de 2008

Entrevista: Anti-dopping



O quarteto, que mistura elementos que vão do trash aos ritmos regionais, está junto desde 2000 e contabiliza apresentações na extinta Ziggy Box, no clássico DCE da UFG, além de Anápolis e Goianésia. Mesmo sem muito ensaio eles encararam a seletiva do ROCK SE7E e serão a penúltima a subir ao palco, com o espírito metalcore que os caracteriza.

O nome da banda tem algo a ver com algum tipo de postura contra o consumo de drogas?

Não, na época que estávamos escolhendo o nome da banda esse assunto estava na mídia, então por falta de opção de nomes resolvemos colocar Anti-dopping.



A banda estava confiante durante as seletivas do ROCK SE7E?

Pra falar a verdade, não estávamos muito confiantes, porém bem ensaiados. Nosso vocalista (Fabio Passaglia) mora em Goianésia e a gente só ensaiou uma vez antes da apresentação, por isso a falta de confiança.



No processo de produção das músicas todos participam ou alguém toma frente e passa para os outros?

Na parte das letras o que mais cria é o guitarrista (Formiga),apesar de ter letras do vocalista e do baixista, mas no instrumental a idéia surge na hora dos ensaios, aí já começamos a criar e trabalhar nas músicas.



O pessoal mais conservador do metalcore não é chegado a letras em português, como são as da Anti-dopping. O que acham disso?

Na Anti-dopping as todas as letras são em português, e a gente acha que dá pra encaixar sim o português nas letras, pois o mais impressionante do metalcore é a parte instrumental.


A crítica social é comum no meio hardcore e metalcore. Vocês acham que os músicos, por comunicarem diretamente com o público, têm uma certa função social de alerta ou coisa parecida?

Acredito que sim. Ao interagir com o público o músico acaba tendo essa responsabilidade,mais não sem uma função social de alerta e sim uma maneira de viver esse estilo.


Como está o espaço para as bandas de metal e hardcore aqui? Falta melhorar algo?

Existem muitas bandas, mas lugar pra tocar não.Há muitas bandas boas sem fazer show por falta de oportunidade em vários festivais ocorrem a chamada "panelinha" e isso é o que prejudica as bandas. Pra melhorar acredito que as pessoas precisam escutar novas bandas e reconhecer a capacidade que elas possuem.



Vocês viram no ROCK SE7E, devido á integração entre produção e bandas, um diferencial no sentido de melhorar o que existe em relação às chamadas "panelinhas"?

Com certeza, foi uma ótima atitude tomada pela organização, as bandas classificadas, além do reconhecimento, estão recebendo valorização do seu trabalho,e acho que merecemos isso. Bandas que são pouco conhecidas agora vão mostrar o que sabem fazer.


Há previsão de lançamento de disco, mesmo que só em formato virtual?

Pretendemos gravar algumas músicas no final do segundo semestre.


Pra lançar só na internet mesmo?

Sim, vamos gravar e lançar na internet em busca de divulgação.



No show que vão fazer no ROCK SE7E vai rolar algum cover?

Vai sim.


Quais são os escolhidos?

Raimundos por que é a banda principal na qual nos inspiramos, Korn e provavelmente Sepultura.



Como estão as expectativas para o show do festival?


As expectativas são boas. É a primeira vez que vamos nos apresentar no Martim Cererê e queremos fazer bonito pra não decepcionar a galera.

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Anti dopping é:
Fabio Passaglia - Vocal
Formiga - Guitarra
Alfredo Sabh - Baixo
João Vitor - Bateria



>> Ouça Anti-dopping em: www.purevolume.com/antidopping

>> Anti-dopping no Orkut: ttp://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=19766686

>> Vote na Anti-dopping na comunidade ROCK SE7E FESTIVAL:
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=44316076

Programa Reator se une ao ROCK SE7E FESTIVAL

As bandas e a produção do ROCK SE7E vão dar as caras no programa Reator. Sob o comando de Pedro Fernandes, o programa vai ao ar de sugunda a sexta-feira, às 21h, na Rádio Mídia (http://www.radiomidia.com/), no DMTV (http://www.dmtv.com.br/), às 15h20 e às 22h e na programação da TV a cabo Net, no canal 36.
Em breve vão rolar programas especiais e uma cobertura do festival no Reator. Esta é mais uma parceria importante para o festival que, aos poucos, está mostrando sua força e que veio para ficar.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Entrevista: Vaillant


Em março do ano passado surgia a Vaillant , com seu metal/hardcore. Um ano se passou e, após selecionados para a disputa do ROCK SE7E FESTIVAL, eles vivem a ansiedade de estrear no palco do Martim Cererê. Os integrantes acreditam que para que as coisas melhorarem para o rock em Goiânia é preciso que as pessoas respeitem mais os sons com os quais não têm afinidade

Quando vocês se inscreveram para as seletivas do Rock Sete, já estavam certos de que chegariam à final ou foi algo não muito esperado?

A gente se inscreveu ao mesmo tempo com muito ânimo e, também, um certo desânimo pelo medo de o som que a gente faz não se encaixar muito com o que foi pedido, mas acho que só ficamos mais confiantes após o dia em que a gente se apresentou na seletiva. Nós acreditávamos que tínhamos um bom som, mas não sabíamos como estava o nível das outras bandas


A Vaillant está completando um ano. Mudou alguma coisa na cabeça dos integrantes em relação à banda durante esse período?

Ninguém mudou muito de opinião sobre o som, só que agente foi adquirindo mais influências durante esse tempo, daí sempre rola uma idéia nova em cada música, mas nenhuma mudança.


No processo de produção das músicas todos participam ou alguém toma frente e passa para os outros?

Sim. O JP (vocalista) escreve as letras aleatoriamente, então o Bernardo geralmente faz a música inteira pela guitarra.e ,às vezes, o resto da banda acrescenta alguma coisa. O baterista ouve e cria a parte dele e o baixo costuma seguir a linha da guitarra.

O que falta para melhorar o espaço para as bandas de rock em Goiânia?

Na verdade na cena rock não falta nada, só espaço pra fazer show e o povo abrir mais a cabeça.

Abrir a cabeça em ralação a quê?

Em relação a respeito. As pessoas não respeitam o que não gostam


Se as bandas tivessem mais união e ação todos seriam felizes pra sempre em Goiânia Rock City?

Ah mais felizes com certeza, mais isso é impossível.

Por que?

Por que tem muita gente que não se gosta nesse meio e muita gente de nariz empinado que acha que a sua banda é a melhor daqui


Tocar no Martim Cererê, no palco mais importante do rock goiano, faz parte da trajetória da consolidação da maioria das bandas alternativas em Goiânia. Como está a expectativa para o "batismo" da Vaillant no lugar?

A expectativa ta muito boa. A gente espera fazer um show bem empolgante pra gente e pra quem estiver lá vendo.

Onde ambicionam tocar um dia?

No Hangar 110, em São Paulo.
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Vaillant é:
Vocal: JP
Guitarra: Bernardo e Bob
Baixo: Pafonso
Bateria: Rodrigo

>> Ouça Vaillant em www.myspace.com/vaillantrock

>> Vaillant no Orkut:
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=32201791

>> Vote na Vaillant na comunidade ROCK SE7E FESTIVAL:
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=44316076


terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Horários dos Shows

15:00 - FUTURA
16:00 - VAILLANT
17:00 - RAVENNA
18:00 - DESTROOK
19:00 - DEADLY CURSE
20:00 - SATELITTE
21:00 - GRATO
22:00 - JHONNY KAPENGA
23:00 - ANTI DOPPING
24:00 - PERFECT VIOLENCE